Craque é Craque – Batistuta

21 ago

Hoje vamos falar de um dos grandes artilheiros da história da argentina, a fera Gabriel Batistuta!

Batistuta, ou, melhor, Batigol, era um artilheiro nato, a verdadeira definição de matador! Tinha um posicionamento e domínio de bola extraordinários, batia muito forte e muito rápido na bola. Com ele não tinha essa de driblinho, tabelinha… o negócio era mandar a bola pro fundo do gol!

Ainda por cima, se deslocava muito bem da linha de impedimento, cobrava faltas, era grande cabeceador e chutava muito bem de primeira!

A história do craque é a seguinte: apareceu já muito tarde no futebol, pois só aos dezessete anos deixou o basquetebol, inspirado pela Copa do Mundo de 1986, vencida pela Argentina. Começou no Newell’s Old Boys, em 1988. Em seu primeiro semestre no time de Rosário, Batistuta chegou à final da Taça Libertadores da América.

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Batistuta foi contrado pelo River Plate, clube que lhe deu poucas oportunidades. Como vingança, trocou o clube pelo arquirrival Boca Juniors. No Clausura, Batistuta enfim mostrou sua melhor forma, marcando cinco vezes nos três primeiros jogos. Fez tantos gols que acabou sendo convocado para a seleção argentina.

O goleador não ficou no Boca por muito tempo: após a Copa América, vencida pela Argentina com ele como artilheiro, foi transferido para o futebol italiano, contratado pela Fiorentina. Sua passagem efêmera e sem títulos oficiais não o impediria de ser considerado, todavia, como um dos maiores ídolos da história do Boca Juniors.

Depois de algumas dificuldades de adaptação, Batistuta impôs-se definitivamente no time de Florença. Na primeira temporada, já marcou 13 vezes no defensivo futebol italiano. Na segunda, foram 16 em 27 jogos. Contudo, a Fiorentina acabou descendo de divisão. Apesar do rebaixamento, Batistuta manteve-se fiel à equipe e, com seus gols, ajudou o clube a retornar à Serie A na temporada seguinte.

Regressou à divisão principal do campeonato italiano em 1994/1995 e foi o artilheiro da competição com 26 gols, quebrando um recorde de gols no campeonato. Outra marca que ele superou na Bota foi o de gols em jogos consecutivos, marcando 13 vezes em 11 partidas.

Apesar de já ser considerado um dos melhores atacantes do mundo e de ter muitas propostas de clubes europeus TOP, Batistuta optou por permanecer diversas temporadas na Fiorentina, um clube mediano. Essa fidelidade valeu-lhe uma estátua oferecida pelos tifosi gigliati.

Durante seus anos de Fiorentina, teve grandes jogadores como companheiros de equipe, como Rui Costa, Effenberg, Brian Laudrup, Stefan Schwarz, Andrey Kanchelskis, Michele Serena, Stefano Borgonovo, Sandro Cois e Angelo Di Livio e cinco brasileiros: os tetracampeões mundiais de 1994 Dunga, Mazinho e Márcio Santos e Edmundo.

Em 2001, após dez anos como jogador da Fiorentina – tendo marcado 40% dos gols da equipe no período -, foi vendido para a Roma, protagonizando a até então segunda mais cara transferência da história do futebol mundial.

Na capital italiana, foi jogar ao lado de grandes estrelas como Cafu, Montella, Delvecchio e Totti. Logo no primeiro ano de clube, Batigol marcou 20 gols e a Roma foi campeã italiana, algo que já não acontecia desde a temporada 1982/1983.

A próxima temporada de Batistuta não rendeu tanto. Acabou emprestado à Inter na janela de transferências. A equipe de Milão, buscando substituir Ronaldo, trouxera os goleadores argentinos da capital: Batistuta chegou juntamente com Hernán Crespo, que era da Lazio.

Os nerazzurri terminariam a temporada 2002/03 em segundo, mas Batigol não ficou até o final. Com seu desempenho atrapalhado por lesões, saiu ainda no decorrer das disputas, atraído pela vantajosa proposta financeira do futebol do Qatar, que naquele 2003 seduzira também Romário. No pequeno país do Oriente Médio, foi campeão e artilheiro pelo Al-Arabi Doha, onde encerrou em 2005 a carreira, após não conseguir um acerto com o Boca Juniors.

Batistuta ainda cravou seu nome na história da seleção argentina, onde é o maior artilheiro em copas (10 gols) e o maior artilheiro da história (56 gols).

No último Craque é CraqueYashin.

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2 Respostas to “Craque é Craque – Batistuta”

  1. Dudu 08/21/2012 às 2:24 PM #

    Grande Bati!!!!

Trackbacks/Pingbacks

  1. Anônimo - 09/10/2012

    […] último Craque é Craque – Batistuta. Compartilhe!FacebookTwitterPinterestGostar disso:GosteiSeja o primeiro a gostar […]

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