Craque é Craque – Roberto Baggio

16 jul

AHHHHHHHHH ITÁLIA!

A bota ainda não tinha aparecido por aqui, logo, bora falar de um ragazzo que deu muito alegria para a Itália. E para o Brasil. Roberto Baggio!

Roberto Baggio foi um dos maiores e mais populares jogadores da década de 1990 e começo dos anos 2000. Disputou três Copas do Mundo pela Seleção Italiana, e é o unico jogador italiano a fazer gol em três Copas diferentes. Ganhou também os prêmios de Jogador Europeu do Ano (Ballon d’Or) e Melhor jogador do mundo pela FIFA em 1993.

Foi colocado por Gianni Brera, famoso cronista esportivo italiano, como o melhor jogador italiano que já vira, ao lado do mito Giuseppe Meazza. Como Meazza, Baggio faz parte do seleto grupo daqueles que jogaram nos três maiores clubes italianos: a Juventus e os rivais milaneses, Milan e Internazionale.

Fã de Zico, Baggio assistia jogos do Flamengo só para observar o Galinho. Também era grande fã do apoio demonstrado pela torcida do Boca Juniors.

Começou no pequeno Vicenza, onde foi campão da série C do italiano. De lá para a tradicional Fiorentina, onde, em função de uma lesão no joelho, quase teve que abandonar a carreira. A lesão mexeu tanto com Baggio que ele, membro de uma família extramente católica, virou Budista. Sua mãe chegou a dizer que preferia tê-lo visto abandonar o futebol a se converter.

Recuperado, fez chover na Fiorentina, liso, habilidoso e dono de um faro de gol apurado, levou o time ao vice-campeonato da Copa da Uefa. Até que a Juventus o contratou. Em 93, ja era considerado o melhor jogador europeu da época, sendo inclusive o melhor do mundo e principal estrela da Copa de 94.

Comandou a Azurra no tornei, levando-a à final e, diante do Brasil, perdeu o penalti que culminou no famoso “É teeeeeeeeeetra” de Galvão Bueno.

Transferido para o Milan, brigou com o técnico Ariggo Sacchi, que o deixou de fora da Eurocopa 96 e do time do Milan. Foi para o modesto Bologna, onde os 22 gols no italiano o deram um contrato com a Inter de Milão e a vaga na Copa de 98.

Mais brigas, dessa vez com Marcelo Lippi, técnico da Inter e da Seleção Italiana, o habilidoso artilheiro aposenta-se no Brescia como o quinto maior goleador da história do Calcio.

Problemas à parte, fica a memória de um atacante cerebral, rápido, liso, habilidoso e marcante na história do futebol italiano. E brasileiro.

No último Craque é Craque – Rivaldo

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Uma resposta to “Craque é Craque – Roberto Baggio”

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  1. Craque é Craque – Diego Forlán « - 07/23/2011

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